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Artigos e Curiosidades

Linha Degradê

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Intolerância à lactose

O que substituir para atingir a recomendação de cálcio

Lactose

A intolerância à lactose é um distúrbio bastante comum e afeta pessoas de todas as idades. A intolerância ocorre por uma produção insuficiente, ou pela falta de produção, da enzima lactase, responsável pela digestão da lactose, um açúcar encontrado no leite e produtos lácteos em geral.

Caso o indivíduo com intolerância à lactose ingira quantidades consideradas grandes desses alimentos, o açúcar que não pode ser absorvido pela mucosa intestinal, é rapidamente fermentado pelas bactérias da flora intestinal, o que provoca distensão abdominal, gases e cólicas, podendo ainda causar diarréia.

A intensidade dos sintomas dependerá da quantidade de lactose ingerida e da quantidade de lactose que seu organismo tolera.

Muitas pessoas sentem algum mal estar ao ingerir leite e acreditam ser intolerantes à lactose, mas para um diagnóstico mais preciso é importante que consulte um médico.

O diagnóstico é feito normalmente pela observação dos sintomas descritos acima, seguido de exames clínicos.

O tratamento é basicamente uma dieta alimentar, onde se deve excluir ou simplesmente reduzir a quantidade e frequência do consumo de alimentos que contenham lactose.

Alguns queijos (gorgonzola, cheddar e suíço), leites com baixo teor de lactose, iogurtes e leite fermentados, podem ser consumidos por portadores do distúrbio, sem sentir os sintomas da intolerância. Mas como foi dito anteriormente, umas pessoas são mais "sensíveis" do que outras, e com o tempo aprendem quais alimentos lácteos podem consumir, sem sentir os sintomas.

Uma preocupação bastante comum quando se fala em reduzir ou excluir o consumo de leite e derivados, é com a questão da ingestão indicada de cálcio, que tem nesse grupo alimentar sua principal fonte.

O leite com baixa lactose pode ser uma saída. E hoje em dia existem produtos com suplementação de cálcio, como bebidas à base de soja.

Como dito anteriormente, algumas pessoas podem consumir o iogurte, que também é fonte de cálcio. Mas além do leite e derivados, outros alimentos são fonte de cálcio, como: peixes, frutas oleaginosas, vegetais escuros (couve, brócolis, espinafre), aipo, semente de gergelim.

Também devem ser incluídos na alimentação alimentos ricos em Vitamina D (atum, castanhas, salmão) e Vitamina A (cenoura, abóbora, damasco).

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Alimentação e osteoporose

A Alimentação a favor de quem tem Osteoporose

A principal característica da osteoporose é a perda de massa óssea, aumentando o risco de fraturas.

E ela pode ocorrer por 3 causas: a diminuição dos níveis de estrógeno, por isso mulheres na menopausa têm mais risco de desenvolver a doença; pela falta de vitamina D; e pelo uso prolongado de corticoides.

Mas saiba que a alimentação tem grande influência no tratamento da doença e pode ajudar tanto a "piorar" o quadro, quanto a diminuir sua evolução.

- Aumente o consumo de cálcio: o cálcio é o principal mineral que atua na formação da massa óssea. Suas principais fontes são o leite e seus derivados, mas também é encontrado nos peixes e vegetais de folhas verdes escuras (agrião, brócolis, couve).

- Aumente o consumo de vitamina D: ela é fundamental para a "fixação" do cálcio no organismo, para o desenvolvimento e manutenção dos ossos e para a prevenção de fraturas. Alguns alimentos que apresentam boas quantidades de vitamina D são: gema de ovo, manteiga, cação, arenque, óleo de peixe, atum, entre outros.

Mas lembre-se, a maior fonte de vitamina D é obtida através da luz solar na pele. Por isso, não deixe de tomar um pouco de sol.

- Não consumir alimentos fonte de ferro junto com alimentos fonte de cálcio: você pode, e deve consumir alimentos fonte de ferro, mas evite fazê-lo na mesma refeição. Os nutrientes competem entre eles para serem absorvidos, onde um será absorvido e outro será desprezado. Os principais alimentos fonte de ferro são as carnes vermelhas.

- Diminua ou exclua o consumo de café: a cafeína presente no café diminui a absorção de cálcio no organismo, reduzindo o potencial deste nutriente. Além do café, mate e refrigerantes a base de cola também contém cafeína.

- Consuma leite: além de ótima fonte de cálcio, o leite contém lactose que contribui para maior absorção do cálcio.

- Não consuma bebidas alcoólicas: o álcool tem efeito tóxico no organismo, destruindo as células ósseas.

- Diminua o consumo de sal: o sódio presente no sal, refrigerantes light/zero, alimentos industrializados, entre outros, ajuda na perda de cálcio pela urina.

- Consuma alimentos ricos em ômega-3: linhaça, salmão, frutos do mar, óleo de canola são ótimas fontes de ômega-3, gordura boa, que aumenta a densidade dos ossos.

Além da alimentação, a prática regular de atividades física é uma excelente aliada.

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Inverno para emagrecer

Saiba por que as baixas temperaturas queimam mais calorias

Inverno

Inverno e malhação não combinam. Se você concorda com a afirmação, saiba que sair debaixo das cobertas e enfrentar o frio não é tarefa das mais agradáveis, mas para quem quer emagrecer, esse é a estação ideal.

De acordo com o educador físico Cauê La Scala Teixeira, durante o inverno há um aumento no consumo de energético, pois a temperatura ambiente geralmente é menor do que a temperatura corporal. Com isso, o corpo perde calor para o meio mais facilmente e, na tentativa de manter a temperatura corporal constante, o organismo aumenta a produção interna de calor, aumentando o metabolismo e, consequentemente, o gasto calórico diário. Ou seja, os exercícios que você pratica nos dias frios gastam mais calorias do que os demais.

Para quem acredita que driblar a preguiça e encarar o frio não compensa, Teixeira explica que o organismo, principalmente, a musculatura esquelética, converte a energia dos alimentos em movimento e calor. Os movimentos servem para locomover o corpo nas diversas atividades diárias enquanto o calor, nessa situação, tem a função de auxiliar na manutenção da temperatura corporal. "Um exemplo clássico dessa tentativa de manter a temperatura corporal em dias frios são os tremores, nos quais os músculos produzem calor à custa da energia dos alimentos, aumentando o gasto calórico", ilustra.

Mas, muita calma. Não é porque a queima calórica é maior no inverno que você vai passar horas malhando na esperança de ficar com um corpão de modelo. É importante lembrar que é no excesso que mora o perigo. Segundo o educador, a prática de exercícios pode maximizar o gasto calórico, pois as calorias queimadas durante os exercícios serão somadas às gastas em repouso. Então, em relação ao volume e a intensidade dos treinos, não há necessidade de aumentá-los durante as baixas temperaturas.

Agora, se o seu objetivo é aumentar a intensidade dos exercícios, o inverno pode ser uma boa época para isso, uma vez que a troca de calor com o meio ambiente ocorre com mais facilidade, a desidratação e o desgaste físico ficam atenuadosoq ue possibilita um esforço adicional. "Nesses casos, o aquecimento é fundamental para preparar o organismo para o esforço. Vale ressaltar que, pelo fato do organismo gastar mais calorias em clima frio, a fome também aumenta e há uma tendência das pessoas comerem mais para compensarem o gasto calórico aumentado. Assim, a pessoa que objetiva emgrecer deve controlar seus anseios a fim de equilibrar ingestão e gasto calórico", conclui.

Colágeno

Descubra tudo sobre a substância queridinha das famosas

Colageno

Há algum tempo as famosas anunciam que o segredo da pele e corpo perfeitos é um só: o colágeno. Elas não cansam de enaltecer a proteína e as colocam no topo da lista das substâncias queridinhas da beleza. De acordo com o farmacêutico bioquímico, Carlos Henrique Portes Malatrasi, o colágeno é um alimento super nutritivo capaz de melhorar a elasticidade da pele e reduzir o apetite, uma vez que aumenta a sensação de saciedade.

Para quem não conhece, o colágeno é um tipo de proteína formada por aminoácidos e tem como função essencial formar fibras e manter as células unidas, ou seja, dar sustentação a pele. Composto por aproximadamente 95% de proteínas, 1 a 2 % de sais minerais e até 5% de água, o colágeno é isento de gordura, carboidratos e colesterol. Malastrasi explica que o colágeno se apresenta em nosso organismo como uma das maiores moléculas protéicas, presente na estrutura dos tecidos, cartilagens, ossos, unhas, tendões, músculos, cabelos e articulações, representando mais de 30% das proteínas e, por isso, ressalta a importância da reposição desse nutriente para o organismo.

Segundo estudos publicados recentemente, a partir dos 25 anos o nosso organismo começa a diminuir a produção de colágeno, depois dos 30 essa perda é de 1% e após a menopausa passa para 2,1% ao ano. Mas é quando atingimos os 50 anos de idade que ocorre a queda brusca do nutriente e o nosso organismo passa produzir, em média, 35% do colágeno necessário. "Com isso perdemos o tônus da pele que começa a desidratar e perder a elasticidade, os cabelos e as unhas passam a ficar enfraquecidos", esclarece.

Mas, com tantas opções no mercado, qual a melhor forma de ingerir o nutriente para se manter jovem por mais tempo? Apesar das opiniões serem bastante diversas em relação a quantidade ingerida, os especialistas concordam que a melhor forma de absorver a substância é o pó diluído em água, preferencialmente em jejum. No entanto, não é só o colágeno responsável pela manutenção do organismo, o ideal é que a composição do produto escolhido possua uma quantidade significativa de vitamina C, uma vez que é essencial para processar a proteína no organismo, além de uma alimentação balanceada, rica principalmente em ferro e cobre, pois elas também atuam como coadjuvantes na produção do colágeno.

Curtiu a dica e está pensando em investir na proteína? O especialista lista os benefícios do colágeno para o seu organismo.

  • Combate a flacidez, rugas;
  • Enrijece os tecidos da pele, prevenindo o surgimento de estrias e celulite;
  • Fortalece as unhas e os cabelos;
  • Age como coadjuvante em dietas de emagrecimento devido a sensação de saciedade se ingerido 20 minutos antes do almoço ou jantar;
  • Contribui para o aumento da tonicidade dos músculos.

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Mude seus hábitos para evitar o envelhecimento


Envelhecimento

Que pessoa não quer se manter jovem e bonita? Pra isso muita gente recorre a tratamentos caros, plásticas, etc, mas mudar alguns hábitos pode ser muito mais barato, menos doloroso e os bons resultados a longo prazo são garantidos. Selecionamos cinco hábitos bem comuns e que aceleram o envelhecimento da pele.

Veja, evite e mude:

1) Fumar: o cigarro diminui a oxigenação da pele, por isso o habito de fumar deixa a pele grossa e amarelada, sem viço e opaca.

Além de todos os problemas que causa à saúde, o cigarro também provoca distúrbios no metabolismo e acelera a perda de colágeno, células responsáveis por dar sustentação e elasticidade à pele, favorecendo a flacidez. Já reparou como pessoas que fumam há anos têm rugas ao redor dos lábios?

2) Beber pouca água: a desidratação deixa a pele flácida e sem viço. Beber água também favorece a eliminação de toxinas. O recomendado é consumir pelo menos dois litros de água por dia.

3) Esquecer o protetor solar: essa é clássica! O excesso de exposição solar sem proteção é a principal causa do envelhecimento da pele e de câncer de pele. Sol sem protetor gera manchas, sardas, flacidez, pele áspera e aumento das rugas. O protetor solar deve ser usado diariamente, o fator nunca deve ser menor que 30 para rosto, colo, pescoço e mãos.

4) Comer de forma desequilibrada: sabia que comer direito livra você dos radicais livres e melhora sua pele? Uma dieta equilibrada deve ser rica em vegetais, frutas, leguminosas, cereais e hortaliças. Outros alimentos que não podem faltar são os ricos em vitamina C como laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate; vitamina E como amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema de ovo e vegetais folhosos; vitamina A como cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão; e bioflavonoides, substância presente em frutas cítricas, uvas escuras ou vermelhas.

5) Dormir mal: essa todo mundo concorda, né? É só se olhar no espelho após uma noite sem dormir direito. As olheiras são o primeiro sinal e com o passar de períodos sem sono de qualidade a pele perde o viço. Existe uma explicação científica para isso: durante o sono produzimos hormônios "rejuvenescedores", eles são calmantes e reparadores.

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Chia, linhaça ou quinoa?

Conheça os benefícios de cada uma e escolha qual delas consumir

Linhaca

A linhaça foi a primeira a aparecer como novo alimento com propriedades que fazem bem à saúde e ainda ajuda a eliminar peso, depois veio a quinoa e agora a "queridinha" da vez é semente de chia. Diante de tantas opções, você até pode ficar na dúvida de qual deve consumir.

As três possuem propriedades semelhantes, substâncias funcionais, muitas vitaminas, além de fibras e minerais.

Vamos relembrar o que cada uma delas pode fazer pela nossa saúde:

A semente de linhaça é fonte de ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, minerais, vitaminas e bastante fibras, além de conter uma substância chamada lignana, que pode atuar na prevenção do câncer de mama e, por apresentar uma estrutura química similar ao estrógeno, pode ajudar a prevenir os sintomas da menopausa.

Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada. Você pode incluir em preparações como bolos, tortas, sopas ou acrescentar em frutas, iogurtes, vitaminas, etc. Uma colher de sopa de semente de linhaça tem aproximadamente 62 kcal, 3,9g de fibra, 3g de ômega 3 e 0,9g de ômega 6.

A Quinoa é um grão com alto poder nutritivo, possui proteína de alta qualidade, além das grandes quantidades de vitaminas e minerais. Podemos destacar também a quantidade de fibras presente. As fibras colaboram com o bom trabalho intestinal, ajudam no controle dos níveis de colesterol e glicemia no sangue, entre outras funções importantes para o organismo.

Outra vantagem é não ter o glúten em sua composição, dessa forma as pessoas com intolerância ao glúten também podem consumir a quinoa. 1 colher de sopa da quinoa em flocos tem aproximadamente 52kcal e 0,9g de fibras.

A semente de chia possui boa quantidade de ômega-3, fibras, cálcio, magnésio, potássio, proteínas e vitaminas do complexo B. Devido a essas propriedades contribui para a saúde na redução do colesterol, controle da glicemia, boa formação óssea, prevenção do envelhecimento precoce e melhoria geral da imunidade do organismo.1 colher de sopa de semente de chia tem aproximadamente 55 calorias, 6,2g de fibra, 2,9g de ômega 3 e 0,86g de ômega 6.

Ela está disponível no mercado de três formas: óleo, farinha e grão. O óleo pode ser usado como temperos de saladas e pratos em geral, e a farinha ou o grão podem ser adicionados em iogurtes, vitaminas, tortas, bolos, saladas, sucos, entre outras preparações.

Como você pode ver os três tem componentes mais do que recomendados para você incluir em sua alimentação. Para quem quer emagrecer, elas podem ajudar com relação a saciedade, ajudando no controle da fome, devido as fibras presentes e também no bom funcionamento do intestino, por isso são ótimas aliadas no processo de eliminação de peso.

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Óleo de Coco

Faça dele um aliado na hora de emagrecer

Oleo

Uma das substâncias mais comentadas nas rodinhas de conversa de quem deseja emagrecer, o óleo de coco caiu nas graças dos pesquisadores e vêm conquistando cada vez mais curiosos. Pesquisas recentes comprovaram que o óleo de coco virgem é capaz de queimar calorias, auxiliando no emagrecimento e principalmente na perda da gordura abdominal.

Mas, será que o óleo é tão poderoso assim?

De acordo com a nutricionista Roberta Silva, o óleo de coco não serve apenas como ‘queimador de gordura’, ele também traz benefícios incríveis à saúde, uma vez que diminui os triglicérides e o mau colesterol (LDL), aumenta o bom colesterol (HDL), além de auxiliar no bom funcionamento do sistema imune, já que possui propriedades anti-inflamatórias.

No entanto, não é porque uma coisa faz bem que eu devo consumi-la desenfreadamente, não é mesmo? Para quem deseja emagrecer, a nutricionista explica que apesar dos estudos afirmarem que a quantidade ideal para o consumo diário seja de até 3 colheres de sopa é importante ter cuidado, pois se você exceder o número de calorias que está acostumado isso poderá prejudicar o processo de emagrecimento. "O ideal seria ter um plano de calorias que vise o emagrecimento e, dentro desse plano, incluir o óleo de coco. Por isso, o mais indicado antes de incluir o óleo de coco na sua dieta é procurar um profissional para ele orientar a melhor forma de consumi-lo", afirma Roberta.

Para quem quer apostar no produto para ajudar na perda dos quilinhos extras é importante lembrar que os benefícios do produto estão no óleo de coco virgem. "Os mais indicados são o de origem orgânica e extraídos a frio, os conhecidos como virgens ou extra-virgens", ensina a nutricionista que ressalta que o óleo deve ser um aliado no emagrecimento e não a solução de todos os problemas.

Embora possa ser consumido junto a outros alimentos, não é recomendado esquentar o óleo, pois quando aquecido ele perde um pouco das propriedades, além de mudar sua estrutura. Ainda segundo Roberta, uma colher de sopa do óleo tem 110 kcal, em média, mas pode variar conforme a marca. Por isso é sempre bom ler o rótulo atentamente antes do consumo.

Acha que para perder peso toda a ajuda é válida e quer experimentar o óleo de coco? A nutricionista dá a dica: "Introduza o óleo de coco aos poucos na sua alimentação, sempre utilizando a opção extra-virgem e, de preferência consuma-o frio mesmo. Para quem não sabe como incorporar óleo no cardápio diário, experimente temperar as saladas e verduras ou refogar os legumes, por exemplo. Agora, se o seu objetivo é emagrecer comece a ter uma alimentação equilibrada, além de praticar exercícios regularmente".

Pilates para melhorar a respiração


Pilates

O Pilates é um método de comprovada eficiência na prevenção e na reabilitação física. E, devido ao grande repertório de exercícios que podem ser adaptados ou modificados para todos os tipos de necessidades e objetivos, é recomendado a diversos públicos, entre eles: idosos, gestantes, atletas, pacientes com alterações posturais, pré e pós-operatórios, portadores de comprometimento neurológico, entre outro.

Indicado para o tratamento e prevenção de problemas na coluna vertebral, o Pilates se destaca por também ser eficiente na melhora da respiração e alívio do estresse.

"O principal músculo da respiração é o diafragma, que está ligado à coluna e também aos músculos abdominais. Quando este músculo não está em pleno funcionamento, dores nas costas, distúrbios gastrointestinais, cefaléia e ansiedade podem começar a aparecer", explica a fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari.

Durante a execução dos movimentos, os músculos responsáveis pela respiração são recrutados, porém, o diafragma necessita realizar uma força ainda maior que os outros músculos, o que aumenta a força inspiratória gerando melhor sincronismo e freqüência da respiração.

O método Pilates trabalha a musculatura respiratória e é capaz de ensinar indivíduos ‘estressados’ a respirar, já que os exercícios são realizados em associação com uma respiração completa e ideal, contribuindo para liberar a ansiedade contida no diafragma. A consequência desta ação está diretamente ligada a diminuição do estresse.

Em diferentes ramificações, o Pilates é desenvolvido com base em seis princípios, sendo eles: concentração - nos músculos que estão sendo solicitados durante os exercícios; controle dos movimentos - controlados pela mente para gerar movimentos corretos, sem compensações; centro de força - onde se originam todos os outros movimentos, conhecido também como "Powerhouse", pois engloba músculos do abdômen, costas e glúteos; movimento fluido - realizados da forma mais harmoniosa possível; precisão - para que os movimentos sejam realizados de forma lenta e precisa; e respiração - todos os exercícios são coordenados com a respiração.

Além disso, vale destacar que a concentração é um dos princípios deste tipo de tratamento, e por isso é extremamente enfatizada. Segundo a fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari, em todos os exercícios, a mente e o corpo precisam trabalhar juntos, já que todos os movimentos, sejam eles de alongamento ou fortalecimento, devem ser lentos e precisos.

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Fazer Pilates é o mesmo que Musculação?


Todas as semanas, promessas das mais variadas surgem, iniciar a praticar atividade física não fica fora dessa! Uma das frequentes interrogações é a respeito do que diferencia e no que se assemelha a musculação do Pilates.

Os exercícios em uma sessão de Pilates visam a qualidade do movimento e, diferente da musculação, o número de repetições e não estão relacionados.

Não existe uma condição que diz que quem faz Pilates não pode fazer musculação e vice-versa, não tenha dúvida de que as duas modalidades se complementam, por acionarem camadas musculares diferentes de nosso corpo. Por exemplo: na musculação, o foco no geral é o fortalecimento dos músculos mais superficiais, (responsáveis pelos movimentos de grande amplitude, como o agachamento, o supino). Dentre os objetivos do treino estão, por exemplo, a hipertrofia.

O método desenvolvido por Joseph Pilates inicia o trabalho com o praticante a partir da musculatura mais profunda, como assoalho pélvico, transverso do abdome, multifídios e todos os pequenos músculos que envolvem as juntas e depois as musculaturas mais superficiais. O fortalecimento dos músculos profundos é fundamental para a constituição de uma estrutura óssea mais forte e a ênfase dada região lombo pélvica (CORE) torna a técnica excelente para quem deseja um abdômen consistente e prevenir de dores como na lombar.

Musculacao

A técnica explodiu no Brasil em meados de 2000 e conquistou adeptos por promover mais consciência corporal e muitas vezes por esse mesmo motivo quem acredita que os exercícios são leves, se engana. O Pilates trabalha equilíbrio, coordenação motora, além de força e resistência muscular, podendo ser um substituto para aqueles que não gostam de musculação.

Naturalmente, ambas as práticas trazem benefícios ao corpo! Agora, se você está interessado em saber se o Pilates é melhor ou não que a musculação, saiba que nenhum profissional fará qualquer afirmação deste tipo, uma vez que não existe um exercício melhor do que o outro. Terá aquele exercício que é mais indicado para seu corpo e que ajudará a alcançar seus objetivos e respeitar suas necessidades. Talvez você deverá se perguntar: “Por que está se matriculando na academia ou estúdio de Pilates?” com certeza seu Personal Trainer ou Instrutor vai te orientar para qual modalidade será a mais aconselhada para seu perfil.

Os exercícios e a reciclagem do corpo


Exercicios

Uma nova teoria desvenda de que maneira a atividade física transforma potenciais ameaças à nossa saúde em benefícios, protegendo o organismo de uma série de doenças.

As fábricas, ao produzirem suas mercadorias, inevitavelmente geram lixo. São restos de materiais, gases tóxicos, máquinas quebradas e por aí vai. Sem uma limpeza adequada, os dejetos se acumulam até o ponto em que atrapalham o dia a dia da indústria. Com o corpo acontece algo semelhante. As tarefas realizadas pelas células culminam em resíduos nocivos que, se não colocados na lixeira, comprometem seu trabalho e o de suas companheiras. Ainda bem que há um mecanismo responsável por nos livrar dessa sujeira e, assim, manter cada uma das pequenas unidades do organismo saudáveis. Mas, em vez de jogar fora as porcarias, essa estratégia natural, chamada de autofagia, reutiliza o entulho em prol do bom funcionamento celular.

A grande surpresa, revelada em uma pesquisa com camundongos da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, é que os exercícios promovem essa espécie de reciclagem. Mais do que isso, o estudo comprova que o fenômeno estimulado pela prática esportiva realmente faz um bem danado por, entre outras coisas, varrer para longe um dos males que mais crescem em incidência atualmente: o diabete.

“No tecido muscular, a autofagia facilita o aproveitamento de glicose nas células e, com isso, evita picos de açúcar no sangue que culminam no transtorno”, relata Congcong He, autora do levantamento. Esse processo também deixa as células do pâncreas livres de partículas prejudiciais e, logo, funcionando a pleno vapor para fornecer insulina, o hormônio que bota a glicose dentro da célula.

Por mais que Congcong He tenha concentrado seus esforços recentes no diabete, ela vê a autofagia como uma explicação plausível para o fato de a atividade física barrar o surgimento de outros problemas sérios, como um câncer. “Ela diminui o risco de mutações que desencadeiam tumores”, resume a cientista.

Uma das razões para isso — e que, aliás, esclarece o porquê de sessões na academia rejuvenescerem o corpo — é que um sistema eficiente de reciclagem no organismo baixa a concentração de radicais livres, moléculas capazes de lesar toda a célula, inclusive seu DNA. É que ele transforma mitocôndrias defeituosas em outras novinhas em folha, como já mostramos no infográfico das páginas anteriores. “Quando essas estruturas possuem falhas, produzem uma quantidade grande de radicais livres ao fornecerem energia”, ensina Rafael Herling Lambertucci, educador físico da Universidade Cruzeiro do Sul, na capital paulista.

Em algumas situações, no entanto, nem mesmo uma equipe de limpeza altamente preparada consegue livrar certas células de toda a sucata acumulada. Quando o caso é crítico assim, elas mesmas costumam se desligar em um complexo processo denominado apoptose. “É uma autofagia da célula inteira. E os exercícios aprimoram essa ação de defesa”, esclarece Marcelo Aisen, oncologista do Centro Paulista de Oncologia, em São Paulo. Resultado: menor probabilidade de um pedacinho problemático da gente escapar da coleta seletiva e, então, começar a causar estragos nas imediações que às vezes levam ao câncer.

Agora, se por um lado o elo estabelecido entre a malhação e a autofagia seja animador, alguns especialistas pedem um pouco de cautela. “Trata-se de uma descoberta novíssima e, por isso, há muito para estudar antes de compreendermos suas implicações à saúde de cada um”, pondera Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. “Mais do que isso, essa suposta consequência da prática esportiva não explica todas as vantagens proporcionadas por ela”, completa. Por exemplo: assim como abandonar o sedentarismo faz uma espécie de higienização das células cardíacas, deixando-as mais fortes e menos propensas a panes, essa atitude aumenta a fabricação de óxido nítrico, uma substância que dilata os vasos sanguíneos. Em outras palavras, levantar-se da cadeira e ir para a ginástica debela doenças cardiovasculares em no mínimo duas frentes.


 E quanto seria necessário ralar para incrementar a nossa reciclagem interna? “Ainda não há uma definição de dose ideal, até porque isso deve variar de pessoa para pessoa. Mas o estudo sugere que a regularidade é peça-chave para que a autofagia seja realmente positiva”, avalia o fisiologista Orlando Laitano, da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Petrolina, Pernambuco. Suar com frequência pode até sujar a camiseta, mas limpa seu corpo de vários vilões do bem-estar.

Alimentos com glúten fazem mal à saúde


Você pode não perceber, mas ele está em todo lugar – pães, bolos, macarrão, bolachas, coxinhas, cerveja, uísque… Pudera: o glúten é a principal proteína dos grãos de trigo, aveia, centeio, cevada e malte. No final de 2008, ele ganhou fama de vilão. Tudo por causa da maior divulgação dos riscos da doença celíaca, inclusive em programas de televisão. Afinal, se o glúten faz mal para um grupo de pessoas, por que não faria para todo mundo? Não faltou quem afirmasse que ele traria danos à saúde, mesmo em pessoas saudáveis. Mais tarde, a proteína foi acusada de provocar obesidade e inchaço no abdômen. A apresentadora Luciana Gimenez foi uma das que garantiram ter afinado a estampa ao se livrar do glúten. E o livro Glúten e Obesidade: A Verdade Que Emagrece, da carioca Regina Racco, virou best seller. “Fiquei 8 semanas sem ingerir os cereais que contêm a proteína e perdi 11 quilos”, dizia Racco em trecho do livro.

Especialistas apressaram-se a afirmar: não há nada errado com o glúten. O ingrediente só é mesmo contra-indicado para quem tem a doença celíaca. O resto é mito. “O glúten não rouba nutrientes, não atrapalha a digestão e não dificulta a eliminação de toxinas em pessoas saudáveis”, diz Flávio Martins Montenegro, pesquisador do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolates do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. No caso das pessoas que eliminaram o glúten das refeições e emagreceram, a explicação é simples. “A perda de peso é normal para quem deixa de comer certo grupo de alimentos”, diz a nutricionista Miriam Ghorayeb. “É o que acontece se deixamos de comer pães e massas, ricos em carboidratos. A diferença não é o glúten, e sim a mudança na ingestão calórica. Se substituirmos esses alimentos refinados por integrais, também haverá redução de peso – embora eles contenham glúten”, diz.

O que é doença celíaca?

O glúten é um veneno para cerca de 1 milhão de brasileiros. Essas pessoas não possuem a enzima transglutaminase, que quebra o glúten. Ao ser ingerida, a proteína ataca as paredes do intestino delgado, dificultado a absorção de nutrientes e provocando sintomas como abdômen estufado, diarreia, vômito, perda de peso, anemia e osteoporose. A intolerância à proteína costuma ser detectada na infância, mas pode ficar escondida até os 50 anos e causar sérios problemas. Em alguns casos, a doença não tem sintoma nenhum – o que dificulta o diagnóstico. Caso apresente os sintomas, pode valer a pena consultar o médico e fazer os exames adequados, especialmente se houver um celíaco na família: isso aumenta em 10% o risco de desenvolver a doença. “O único tratamento é a total eliminação de alimentos que utilizam trigo, centeio, cevada e aveia na dieta”, diz Flávio Martins, do Ital.

Em pessoas saudáveis, o glúten não engorda nem provoca inchaço. O ingrediente só deve mesmo ser evitado por quem tem doença celíaca.

Pilates auxilia na prevenção e tratamento da osteoporose


Cada vez mais comum, a osteoporose não é privilégio somente da 3ª idade. A doença, que tem como principais fatores de risco o sedentarismo, o tabagismo, o histórico familiar, a baixa ingestão de cálcio e a retirada cirúrgica de ovários sem reposição hormonal, está cada vez mais comum entre as faixas etárias de 30 a 35 anos.

De um modo geral, a osteoporose é caracterizada pela perda da massa óssea e a diminuição da resistência mecânica dos ossos por diversas causas, sendo as principais relacionadas aos desequilíbrios hormonais. As regiões do corpo mais atingidas são os quadris, os punhos e a porção anterior dos corpos vertebrais, que sofrem desgastes com simples inclinações repetidas do tronco para frente, gerando fraturas espontâneas.

A prática de exercício físico preserva a massa óssea, tanto por ação direta do impacto sobre o esqueleto, quanto por ação indireta, pela tração  realizada nos músculos através de exercícios de força.

“Os resultados da prática do Pilates em pacientes com osteoporose podem ser observados em pouco tempo. Durante as primeiras sessões já é possível notar uma melhora da força muscular, aumento do relaxamento e da sensação de bem-estar”, explica a fisioterapeuta Valquiria Santiago. Além dos benefícios proporcionados pela técnica, no caso da osteoporose, o Pilates auxilia também no tratamento da depressão, estresse, dores na coluna, incontinência urinária, hérnia de disco e algumas doenças neurológicas, como o Parkinson.

De acordo com a fisioterapeuta alguns benefícios proporcionados pelo Pilates em pessoas com osteoporose são:

- Aumento da flexibilidade;
- Melhora na função articular;
- Melhora no alinhamento postural;
- Ganho de equilíbrio para prevenir lesões ou evitar padrões de movimentos incorretos;
- Oxigenação dos músculos e qualidade de sua função;
- Incorporação de consciência corporal, diminuindo os fatores de risco que podem levar a lesões;
- Diminuição da ansiedade e do nervosismo provocados pelo estresse e pelas tensões do dia a dia.

Prevensao

Força e flexibilidade são os grandes benefícios para quem já passou dos 50


A quantidade de exercícios e atividades disponíveis nas academias hoje é impressionante. Alongamento, musculação, natação, Ioga, caminhada, dança, hidroginástica e muitos outros. Cada um deles traz benefícios específicos para a saúde do corpo, especialmente de pessoas com mais de 50 anos. O Pilates é um método que associa corpo e mente em uma série de exercícios de resistência, força e flexibilidade e é altamente recomendado para pessoas de todas as idades.

Mais do que exercício físico, o Pilates é chamado de um método de reabilitação e condicionamento físico. O método Pilates foi criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967) com o intuito de promover o desenvolvimento equilibrado entre mente e corpo, combinando arte e ciência. É importante salientar que o método Pilates trabalha o corpo na sua integralidade e exige do profissional e do praticante concentração em tempo integral.

O maior diferencial do Pilates são os exercícios que o compõem. Os exercícios são organizados em séries capazes de trabalhar com fortalecimento, alongamento, consciência corporal de regiões específicas e também com sequências capazes de proporcionar um trabalho físico para todo o corpo dos praticantes. A competência do profissional e a variedade de alternativas para execução de exercícios, por meio dos aparelhos e acessórios, são indispensáveis para que os praticantes alcancem os seus objetivos.

O Pilates pode ser praticado por qualquer pessoa, de qualquer idade. O método possui uma imensa gama de exercícios sequências de dificuldades variadas, que vão sendo trabalhados com os praticantes gradativamente, conforme a concentração e desempenho físico evoluem. A competência do profissional é o requisito básico para que os praticantes alcancem os seus objetivos e não ponham em risco a sua saúde, uma vez que não há contra indicação absoluta para a prática de Pilates.

Além dos benefícios já citados, ainda existem muitos outros que resultam da prática correta da atividade. "O Método Pilates Original fornece ferramentas necessárias para a educação da consciência, para que a pessoa possa cuidar mais de si mesma e beneficiar-se através da prática dos exercícios. A rápida percepção dos resultados tem incentivado um número cada vez maior de praticantes e hoje é o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo", dizem os especialistas.


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